Diretor de Mad Max processa Warner Bros
George Miller quer 7 milhões de dólares que a Warner lhe deve

Diretor de Mad Max processa Warner Bros

Para quem esperar uma boa sequência para Mad Max: Estrada da Fúria, talvez deva ficar com um pé atrás. Pra uma sequência boa ocorrer, acredito que seja necessária a união entre a dona dos direitos (Warner) e o criador da Franquia (George Miller). Ambos estão numa treta milionária nesse momento.

Miller entrou com um processo jurídico contra a Warner por conta da falta de pagamento de um bônus pelo bom desempenho do filme nas bilheterias. A quantia pedida é de cerca de 7 milhões de dólares.

O filme custou cerca de 150 milhões, além de 10 anos de dedicação à sua produção, arrecadando 377 milhões de dólares em bilheteria mundial. Mesmo com o lucro de 227 milhões, parece que a Warner resolveu fechar mãos e bolsos e não pagar um acordo feito com George Miller.

Segundo a Warner, ela não deve mais nada a Miller. A desculpa do estúdio é de que os atrasos e aumento de orçamento ao longo do projeto teriam quitado essa dívida. Não sei bem como encarar essa desculpa além de uma série de acentos de interrogação. (???????????)

George Miller e, o também produtor do filme, Doug Mitchel lançaram um comunicado conjunto sobre o tema.

Depois do trabalho duro e do sucesso do filme, o estúdio falhou em cumprir com suas obrigações. Em termos simples, eles estão nos devendo uma quantia razoável por nosso trabalho cansativo que tomou 10 anos de nossas vidas no desenvolvimento do roteiro, na preparação e na produção de Mad Max: Estrada da Fúria. O trabalho resultou em sucesso global. Nós preferimos fazer filmes com a Warner Bros. em vez de brigar com eles, mas depois de diversas tentativas, ano após ano, não conseguimos chegar num acordo e precisamos recorrer às leis para resolver tudo.

Enquanto os milionários brigam por sua fortunas, seguimos nossa vida, curtimos o ótimo filme que é Mad Max e deixarmos a dica de que tudo seria melhor ainda sem esse dinheiro exorbitante envolvido.

Rafael TAB

Rafael tem 26 anos e mora no interior de São Paulo. Diagnosticado com transtorno bipolar é fissurado por cultura pop e nerd desde os 9 anos de idade quando foi apresentado ao sítio do Pica Pau Amarelo e logo depois ao fantástico mundo de Harry Potter. Hoje é um grande fã de O Senhor dos Anéis e Star Trek. Tem fascinação por áudio-visual, tecnologia e games.
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