A Recolonização do cinema Brasileiro

A Recolonização do cinema Brasileiro

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Republico na integra o texto escrito por Ricardo Targino para o Mídia Ninja.

Mudanças radicais foram realizadas pelo governo no Conselho Superior de Cinema. Produtores e cineastas brasileiros foram excluídos da nova composição do órgão, responsável por formular políticas públicas para o setor audiovisual. Representantes de gigantes das telecomunicações e de conglomerados internacionais, como a Netflix e os estúdios de Hollywood ocuparam os lugares.

Dos 10 conselheiros, apenas 3 foram reconduzidos. Todos os 5 que se manifestaram pelas cotas do produto nacional no mercado de VOD foram afastados. Basta olhar a nova composição para vislumbrar o massacre a que o cinema e a produção independentes serão submetidos.

Não era Brasil acima de tudo? No mercado audiovisual, é Hollywood first!


O cinema brasileiro respira por aparelhos…


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Rafael TAB

Rafael tem 26 anos e mora no interior de São Paulo. Diagnosticado com transtorno bipolar é fissurado por cultura pop e nerd desde os 9 anos de idade quando foi apresentado ao sítio do Pica Pau Amarelo e logo depois ao fantástico mundo de Harry Potter. Hoje é um grande fã de O Senhor dos Anéis e Star Trek. Tem fascinação por áudio-visual, tecnologia e games.

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